27.3.09
A voz do coração
Recebo tuas dores
como o solo recebe os passos de todos os dias
Vejo em tua fronte
meus sonhos de verão: fantásticos, sublimes
Teu olhar de mel,
doce fogo a tirar-me o véu
Nessa magia fiquei presa,
embriagada com tua beleza, ó príncipe magnânimo
Em tua presença,
o coração ameaça fugir pela boca,
desorientado e febril
Por que sorristes?
Como se minha tristeza te fizesse feliz…
És tu fruto de minha imaginação
ou da minha realidade uma parte?
Quando te verei novamente,
excelsa beldade?





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