1.9.09
Sunday, bloody sunday

Corto os nós do pescoço
Engasgado no embaraço
Do correr atrás do atraso
E na fuga da vida é que encosta
Corto o pescoço e dão nós
Pontos, linhas, costuras
Ai, pecado, tu te curas
Ou acabarão os nós e o ‘nós’
Não será ‘Sundae’ a esperar
Não será sangue a estancar
Será o inferno no termo
Não será ‘bubble gum’ a mascar
Não será domingo a descansar
Será o féretro do enfermo




criado por tmmbiti
16:58 — Arquivado em:
Comentário por c — 1.9.09 @ 23:06
Triste, porém lindo!
http://www.teoria-do-playmobil.blogspot.com
Comentário por C — 3.9.09 @ 15:47
Olha eu aqui de novo ^^
Comentário por Paulão Fardadão Cheio de Bala — 3.9.09 @ 18:00
Até a terceira estrofe está excelente. A última estragou, teve q retorcer pra rimar ar com ar, ficou forçado, diferente da anterior, q saiu natural.
Comentário por Avassaladoras Rio — 3.9.09 @ 21:47
Querido(a) amigo(a) avassalador(a)…De fato muito triste. Não se gosto da brincadeira com Sunday e Sundae e buble gun… vou ler mais vezes pra me acostumar.
Comentário por Gabriel Ribeiro — 3.9.09 @ 22:26
A foto me lembrou os vampiros de True Blood, que choram sangue.
Comentário por Avassaladoras Rio — 10.9.09 @ 18:17
Querida amiga avassaladora… Voltei, reli a poesia… de fato, o trocadilho não tem o efeito que imagino espera-se…
Comentário por Idealistas — 11.9.09 @ 20:03
Amei!Adoro blogs de literatura!
Comentário por Lustato Tenterrara — 4.10.09 @ 1:20
“… e na fuga da vida é que encosta…”, é “coisa de quem sabe ‘a dor e a delícia’ do eterno conviver.”
Lustato.